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sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Como o governo te joga na pobreza.

O intuito deste post é se uma continuação do meu ultimo artigo, as vantagens de ser favelado, nele eu mostrei como a criação de uma favela que não se dá pela marginalização dos que ali moram por pura e simples segregação social, mas sim fomentado pelos próprios governantes a fim de manter um ecossistema populacional próprio de fácil manobra e controle.

Mas o que isso tem a ver comigo?
Em uma economia com uma liberdade econômica plena teríamos uma distribuição de renda -+ parecida com a da figura abaixo.


Fonte: mises.org.br/EbookChapter.aspx?id=437

Note que ainda sim existem pobres e ricos, pois diferente do que diz o pessoal retardado progressista liberal, não somos todos iguais. Pessoas têm desejos diferentes, prioridades diferentes por isso têm riquezas diferentes. E mesmo que pegássemos toda a riqueza do mundo e dividisse igualmente, logo depois surgiriam pobres e ricos novamente, por causa de suas prioridades diferentes, algumas esbanjariam e gastariam tudo que recebessem, outras preservariam seu patrimônio e outras ficariam ricas vendendo a solução das necessidades dos esbanjadores, formando novamente uma curva de Gauss.

Os governantes com mais sede de poder, deixam de apenas ser um ser de arbitragem, ficando fora do mercado com isso tendo um estado neutro, para querer fazer parte dele como um agente do mercado, oferecendo saúde educação lazer e etc. Usando o pagamento de impostos de todos para suprir a necessidade de alguns. Como não visam o lucro, consequentemente não há a necessidade de melhoria desses serviços.

Agradecendo o ladrão (o estado) que devolve às suas vitimas uma pequena parte do que lhes foi roubado, dessa maneira os súditos começam a ver no tirano uma espécie de benfeitor - Étienne de la Boétie

Como esses serviços inicialmente só atendem os mais necessitados, pois estes não podem pagar por um serviço melhor, a grande maioria (com renda média baixa para cima) continua com seus planos privados de saúde, clubes privados, creches escolas particulares e etc.

Então o que o governo faz para poder se tornar um agente ainda mais importante na vida das pessoas? Ele melhora seus serviços? Não! Ele cria leis para que dificultar a vida dos players do mercado assim eliminando a concorrência que não se adapte as “necessidades do povo” através das leis.

2) O setor privado sofre uma concorrência desleal por parte do estado. O estado é capaz de assegurar para si o mercado "mais interessante", a classe media-baixa, porque estas pessoas, uma vez subtraída a parte do fisco dos seus recursos, não possuem mais condições de buscar um serviço melhor (ou diferenciado) no setor privado. Devem se contentar com o estado que de fato se torna monopolista nesta faixa de mercado. Fonte: Estado? Não obrigado!

Assim deixando produtos e serviços mais caros com a consequência de menor liberdade individual de escolha por toda a população e puxando para seus serviços agora aquela parcela que não pode pagar por um serviço/produto privado de maior qualidade.
Exemplos: Escola, eletricidade, gás, água, esgoto e impostos e ensino superior e etc.

Não satisfeito ainda em ter em posse a população pobre e de média baixa renda, através de leis, dificultam ainda mais o mercado, tornando-o favorável apenas para seus amigos criando oligopólios, encarecendo tudo através da impressão de dinheiro para cobrir suas dívidas criadas pelos dos programas sociais, criando cada vez mais inflação, assim fazendo com que agora a aquela parcela que ainda resistia em consumir produtos privados passe a consumir os produtos estatais, pois estes já estão pagos por eles próprios, qual seria o sentido de pagar por algo duas vezes?

Com o encarecimento de tudo, o que acontece com a população, aquela que era em sua maior parte tinha uma renda média? Começam a se tornarem pobres e mais dependentes do governo. Por isso a favelização é algo tão importante para os governantes e a mídia (estes financiados por eles [através da extorsão sofrida por nós]), pois deixa cada vez mais a população dependente das migalhas dadas pelo governo e como na síndrome de Estocolmo a vitima começa a ter simpatia pelo seu agressor.

“Agora o pobre pode viajar de avião.
Agora o pobre pode cursar faculdade.”

Assim em vez de combatê-la irá defendê-la com unhas e dentes, vide a Alemanha nazista e a união socialista soviética, com investimentos pesados no incentivo à cultura e propaganda, conseguiram fazer com que seu povo cegasse, os idolatrasse como deuses e quem tivesse opiniões, ideias e se expressasse contra o governo, seria denunciado e mandado para fuzilamento ou para os campos de concentração.


A propaganda é capaz de fazer todos a sua volta amar o próprio demônio


E o que acontece com as pessoas de renda média alta e ricos?
Os que insistem em ficar em solo nacional, acabam tendo suas rendas liquefeitas através de leis de destruição de grandes fortunas decaindo pras as classes pobre e média, formando assim parte da tão desejada sociedade igualitária.
Os que conhecem a verdadeira história (não a contada pelo MEC) e economia, ao menor sinal de risco começam a sair do país antes que o governo inicie a desvalorizar a moeda local frente a outras, dificulta a emigração e começa a taxar com mais vigor as grandes fortunas. Sobrando assim no país apenas duas castas, os que trabalham no governo e os que trabalham para o governo.

Te garanto que em pouco tempo o Brasil não ficará muito diferente disso.
Adaptado de : mises.org.br/EbookChapter.aspx?id=437

Todos serão iguais, mas uns serão mais iguais que os outros, esses serão os que estarão no comando trabalhando no governo e por consequência ricos, os menos iguais serão os que trabalharão para o governo, por isso pobres e de média baixa e grande maioria. Nem os que encontram o funcionalismo público como uma melhora de vida escapará, pois esse é apenas um encarregado de manter o gado dentro do curral por isso sua ração é um pouco melhor que a da grande massa, mas nunca chegará perto aos dos governantes.

Por isso a luta não é homens vs mulheres, heteros vs homossexuais, brancos vs negros, ricos vs pobres, é o governo+sociedade contra você!

Você acordou, procurou instrução e trabalha para que sua vida melhore, eles não! Apenas esperam que os outros supram suas necessidades mesmo que esses outros também queiram o mesmo com todos produzindo nada.

Por isso lutar contra a corrente é apenas um gasto extraordinário de energia vital sem retorno financeiro, intelectual e espiritual.

Mas de quem é a culpa de você está situação atual?
Simples, de seus antepassados (pais, avôs, tataravôs e etc.) que não souberam fazer boas escolhas em suas vidas, perpetuaram a pobreza e coloca a esperança de melhora de vida em seus descendentes como você!

Quantas vezes você não ouviu ou tem na sua própria família histórias de que as pessoas tinham vários filhos para ajudar na casa, pensando que quanto mais filhos mais riqueza poderia gerar? Quando na verdade só estavam a dividir a pobreza, trazendo mais ignorância e problemas ao mundo, perpetuando esse ciclo infinito e destruindo a qualidade de vida da sociedade como um todo.

Mas o que você pode fazer para sair desse sistema atual que foi imposto a você?
Simples, aproveite todo esse ecossistema criado por eles, junte riqueza, não pague a extorsão que eles chamam de impostos e riem da sua cara dizendo que você é um contribuinte, crie patrimônio e vá para outro país com maior liberdade econômica e individual, faça como os ricos!

É uma opção egoísta? É sim, mas você não escolheu essa vida, você sozinho não será capaz de mudar a mentalidade da sociedade e seus pais foram muito mais egoístas ao te botar no mundo sem condições, eles te fizeram não querendo saber o quanto você poderia sofrer no futuro como forma de garantir sua aposentadoria, ainda tem alguma consideração por eles? Saia desse pedaço de terra podre que chama de país e faça a verdadeira riqueza lá fora! É mais fácil você cuidar deles na velhice rico do que dividir a pobreza com eles.

Então saia desse computador e vá à luta!


Best regards.

sábado, 10 de outubro de 2015

Dissimulação, uma defesa para o pobre tímido no mundo empresarial

Como é de praxe, sabemos que no mundo corporativo, seja ele o das pequenas empresas ou das grandes multinacionais, sempre existirão atritos. Alguns falastrões organizacionais insistem e dizer que isto é bom para empresa, pois das discussões saem inovações, tudo papo furado. Neste post tratarei como um jovem pobre tímido, deve se comportar no trabalho ou até para entrevistas, seja ela de primeiro emprego ou não. A ferramenta tratada hoje se chama: Dissimulação. Não a incentivo como uma arma de ataque, mas sim de defesa. Só quem a usa em modo de ataque é quem está no topo, tem poder e/ou dinheiro (se você já tem esses bens, já pode parar de ler por aqui).

O ser humano por natureza é egoísta, só parou de ser bárbaro e matar seus semelhantes para sobreviver, pois percebeu que o custo de matar alguém para tomar seus bens é muito mais alto de que formar alianças e/ou realizar trocas. Foi assim que começamos as civilizações, realizando amizades e juntando-se a grupos com pensamentos similares.
O ambiente organizacional não é muito diferente disso, pois estamos sempre fazendo alianças em torno de interesses similares, procurando por crescimento profissional, benefícios e/ou estabilidade. Como qualquer grupo de relações humanas, começam a surgir conflitos de interesses, intrigas e brigas. Tudo porque o interesse final é apenas UM: Fazer dinheiro ou demonstrar que tem (até na sua relação familiar você deve ter alguém assim).
O dono da empresa que te contratou com esse fim, os seus clientes, seus fornecedores, outros funcionários diretos ou indiretamente estão atrás desse mesmo objetivo. Como em qualquer sistema, a parte que mais sofre e a que está na parte de baixo da cadeia. É lá onde você está! um lugar onde não basta ser profissional, tem que demonstrar ser o melhor no que faz sem que  seus colegas queiram te prejudicar e te colocar para fora do grupo por se sentirem ameaçados.

Um dia normal no trabalho

Isto nós leva a pensar, o que devo fazer, porque tem isso tem que ser assim. Sim amigo, a vida é injusta, se você der mole ela te soca no estômago e pisa no pescoço. E não haverá ninguém pra te ajudar, a não ser você mesmo.
Comesse se preparando logo de manhã ou se puder já planeja na noite anterior. Não planeje nada para um prazo muito longo ou muito difícil, a vida do pobre vive dando reviravoltas e provavelmente não conseguirá cumprir seus objetivos e ficará frustrado.
Blinde-se psicologicamente, com a mente sana seu corpo estará sano, crie personagens, alteregos e brinque com eles. Para cara local que frequenta, use um personagem diferente.

Qual personagem serei hoje?

No trabalho bote um pouco de você mesmo, mas crie um personagem para os padrões da empresa que não tenha uma opinião formada, seja uma massa cinza sem vida que concorda de tudo que é escrito na sua missão, visão e valores.
Tem perfis em redes sociais? Não curta nada com opinião formada, compartilhe apenas mensagens positivas, não tenha opinião política, acompanhe o futebol ou reality shows só para ficar dentro das rodas de conversa fiada da empresa.
Se você é umbandista e o dono da empresa é evangélico qual será o problema de você fingir rezar no culto da empresa? Isso irá mudar as suas crenças, não né?
Se fora da empresa sua personalidade é marcada belo bom humor, dentro da empresa você é mais sério. Em casa você só quer dormir e relaxar, mas no trabalho você é pau pra toda obra.

Contudo sua atuação deve ser no mínimo aceitável, para que não gere desconfianças entre seus colegas de trabalho.

Seja um bom ator

Com um tempo, você será capaz de se tornar querido na empresa e sendo extrovertido, sua carreira poderá deslanchar não sendo odiado, mas sim admirado. Se não tem coragem, lembre-se que as maiorias das pessoas que já passou por sua vida, já usaram disso e provavelmente você nem sabia.

Treine, mesmo que seja de frente ao espelho. Quanto mais treinado, mais legitima será a sua atuação e adaptação a situação, com isso  menos desconfiança gerada. Com as mulheres, tenha sua ideologia inclinada para esquerda, teorias econômicas não as deixam excitadas e automaticamente te transforma em um inimigo machista. Sendo o parceirão da turma rapidamente irá se tornar esquecido quando acontecerem os problemas, mesmo que você tenha uma parcela de culpa.

Quando você dominar esta técnica e tiver pensamento rápido nunca mais se sentirá preocupado ou ameaçado, por quem quer que seja, pois não vale a pena ser você mesmo e sofrer por não ser aceito em um meio, a vida é muito curta para ficar batendo de frente, coma pelas beiradas e seja feliz.

Relembrando só seja dissimulado modo de defesa pois o objetivo é ser tratado como querido e não falso.

sexta-feira, 2 de outubro de 2015

Quem é O Pobre Sofredor

Bem este o primeiro post do blog, nada mais comum do que se apresentar, que na verdade é o meu eu lírico, o Pobre Sofredor. Comecei esse blog com o intuito de conversar com pessoas com interesses parecidos e ler discutir suas opiniões. Diferente de outros blogueiros de finanças por aí, nasci em uma família pobre em uma favela a beira de um córrego na Barra da Tijuca no tempo que só existia mangues e mato, a pobreza era tanta que não tínhamos dinheiro para comprar fraldas descartáveis, então minha mãe sempre tinha que lavar minhas fraldas de pano, para piorar meus pais são praticamente analfabetos e o patrimônio que conseguimos só foi pelo meu tino nos negócios, se eu não me metesse no meio para fazer uma análise do negócio se é ruim ou não, o máximo que teríamos seria um barraco no morro.

A muquiranagem familiar provavelmente deve ter vindo algum antepassado judeu na família de meu pai, porque todos os familiares por parte dele acha que pode ficar rico apenas sendo mão de vaca (antes que me chamem de racista, te digo o seguinte, vivi com judeus durante 14 anos e sim, eles são tudo o que as piadas afirmam), um de meus tios apesar de ter morado mal, viveu fazendo obras, aparentemente juntando rios de dinheiros e quando morreu, o valor que deixou no banco não comprava nem um populixo seminovo. Morreu, não aproveitou a vida levou nada para o caixão.

Binha dinheirinha

Minha formação, eu mesmo que banquei, fiz administração, pois era o único curso que podia pagar, qualquer engenharia ficaria impossível mesmo em uma uniesquina com salário de vendedor de loja, meu ensino de base foi todo no público, um lixo, minhas notas só serviriam para universidades publicas, em cursos como assistência social, filosofia, música ou qualquer outro curso que não dá dinheiro e sobram vagas. Não recomendo administração pra ninguém (salvo exceções), posteriormente farei um post falando sobre isso. O desespero para sair da escravidão de shopping era tão grande que comecei a faculdade desempregado com um dinheiro que tinha guardado o suficiente para o primeiro semestre.

De lá pra cá minha vida melhorou um pouco, mas não quer dizer que está as mil maravilhas já que atualmente estou desempregado, tudo porque no ultimo trabalho a sacanagem por parte dos empregadores era tão grande que eu tive que pedir demissão. Melhor desempregado e livre, vivendo de bicos do que escravo ganhando um salário que não tem o reconhecimento necessário, não vale o esforço físico/mental e acaba com a saúde. Trabalho você encontra em toda esquina, o difícil é arranjar um emprego.

Atualmente moro no pior estado do Brasil, o Rio do bostileiro que só não é pior que o RS por causa dos turistas que trazem dinheiro e não deixam isso aqui quebrar. Aqui não se produz nada e a grande maioria dos empregos são de prestação de serviços em terceirizadas.

Bem é isso aí, histórias dramáticas não irão faltar.

Você não vai ficar rico tentando ficar rico

Começando com esse título chamativo venho aqui trazer o óbvio. Você não vai ficar rico(a) tentando ficar rico(a)! Se você quer deixar de ser...