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segunda-feira, 20 de maio de 2019

Por que riram da cara do Sam em Game of Thrones?

Bem, mais uma série excelente terminou, foi muito bom passar esses anos seguindo essa série acompanhados suas as tramas políticas, filosofia, criticas direcionadas à religião, escravidão e etc. tudo banhado à muito sangue, putaria. É claro que essa última temporada foi péssima em comparação as outras, seu o último episódio acabou sendo ótima como término de temporada, mas péssima como finalização de uma saga, mas mesmo assim teve algumas cenas brilhantes.

Uma delas foi a discussão entre os lordes de como seria feita a escolha do novo Rei dos 7 reinos. Então o claramente o beta do Sam (gordo, nerd, sem traquejo social que assumiu porra alheia) sugere que em vez de somente os monarcas votarem, todo o povo vote.

A cena é a seguinte:



Se você ainda não entendeu porque todos os personagens riram da cara dele e porque a democracia é uma péssima forma de governo, vai aí parte da explicação retirada do livro: Democracia, o deus que falhou.

Ele é bem fácil de ler, rápido e inteligível. Se mesmo assim estiver com preguiça de ler todo esse textão, vá ao final do post. Tem um vídeo explicando de forma engraçada e bem sucinta o texto.

______________________________________________
...Em síntese: o governo monárquico é reconstruído teoricamente como um governo de propriedade privada (particular), o qual, por sua vez, é explicado como a promoção, por parte do governante, de uma visão de longo prazo (orientada para o futuro) e de uma preocupação para com o valor do capital e o cálculo econômico.1

O governo democrático é reconstruído como um governo de propriedade pública, o qual é explicado como a adoção de uma visão de curto prazo (orientada para o presente), ocorrendo, assim, o desprezo ou a negligência do valor do capital por parte dos governantes; e a transição da monarquia para a democracia é interpretada de acordo com o declínio civilizatório.

Imaginem um governo mundial, eleito democraticamente de acordo com o princípio “um homem, um voto” em uma escala global. Qual seria o provável resultado dessa eleição? Provavelmente, formar-se-ia um governo composto por uma coalizão chinesa e indiana. E o que esse governo mais provavelmente decidiria realizar de modo a satisfazer os seus eleitores e, assim, ser reeleito? Esse governo provavelmente perceberia que o chamado mundo ocidental é muito rico e que o resto do mundo, em especial a China e a Índia, é muito pobre, entendendo que seria necessária uma redistribuição sistemática de riqueza e de renda. 1 Ou imaginem que, em seu próprio país, o direito de voto foi ampliado para as crianças a partir dos sete anos de idade. Embora o governo, provavelmente, não fosse composto por crianças, as suas políticas certamente refletiriam as “preocupações e demandas legítimas” das crianças de terem um acesso “adequado” e “igual” a vídeos, batatas fritas e limonada “grátis”. 2

O princípio “um homem, um voto”, combinado com a “livre entrada” no governo democrático, implica que todas as pessoas (assim como os seus bens pessoais) ficam à mercê de serem pilhadas por todas as outras. Uma “tragédia dos comuns” se estabelece. 4 Pode-se esperar que as maiorias de “pobres” (“não possuidores”) incansavelmente tentará enriquecer à custa das minorias de “ricos” (“possuidores”). Isso não significa dizer que haverá apenas uma classe de pobres e uma classe de ricos e que a redistribuição ocorrerá de maneira uniforme dos ricos para os pobres. Pelo contrário. Ao passo que a redistribuição dos ricos para os pobres sempre desempenhará um papel de destaque, seria um despropósito sociológico supor que esta será a única ou até mesmo a forma predominante de redistribuição. 5 Afinal de contas, os “permanentemente” ricos e os “permanentemente” pobres normalmente são ricos ou pobres em decorrência de um determinado motivo. Os ricos, caracteristicamente, são indivíduos inteligentes e trabalhadores, e os pobres, normalmente, são indivíduos estúpidos ou preguiçosos (ou ambos).6 Não é muito provável que os tolos, mesmo compondo a maioria, praticarão sistematicamente expedientes astuciosos e enriquecerão à custa de uma minoria de indivíduos brilhantes e cheios de energia. Ao invés disso, a maior parte da redistribuição será realizada dentro do grupo dos “não pobres”, e muitas vezes aqueles que se encontram em melhor situação realmente obterão sucesso em serem subsidiados por aqueles que se encontram em pior situação. Considere-se, por exemplo, a prática quase universal da oferta de ensino universitário “gratuito”, na qual a classe operária, cujos filhos raramente frequentam universidades, custeia através dos impostos a educação dos filhos da classe média! 7 Além disso, pode-se esperar que haverá muitos grupos e muitas coalizões concorrentes tentando obter vantagens à custa dos outros. Existirão vários critérios facilmente alteráveis definindo o que torna uma pessoa “rica” ou “possuidora” (merecedora de ser saqueada) e outra pessoa “pobre” ou “não possuidora” (merecedora de receber o saque). Ao mesmo tempo, os indivíduos se tornarão membros de uma multiplicidade de grupos de “ricos” e/ou de “pobres”, sofrendo perdas em razão de algumas das suas características e obtendo ganhos em razão de outras das suas características, com alguns indivíduos sendo os perdedores líquidos e outros indivíduos sendo os ganhadores líquidos da redistribuição.

[...]Toda redistribuição, independentemente do critério em que se baseia, envolve “tomar” algo dos proprietários originais e/ou dos produtores (os “possuidores”) e “entregar” esse bem para os não proprietários e os não produtores (os “não possuidores”). O incentivo para ser um proprietário original ou um produtor da coisa em questão é reduzido, e o incentivo para ser um não proprietário e um não produtor é estimulado. Assim, em consequência da prática de subsidiar indivíduos em função de serem pobres, haverá cada vez mais pobreza. Em consequência da prática de subsidiar pessoas em função de estarem desempregadas, mais desemprego será criado. A prática de sustentar mães solteiras com fundos públicos (recursos fiscais) conduzirá a um aumento nas taxas de filhos uniparentais, de “ilegitimidade” e de divórcio. 9

[...]as taxas de natalidade cairão em consequência do chamado sistema de previdência social, pois, com a prática de subsidiar os aposentados (os velhos) por meio dos impostos cobrados dos atuais assalariados e criadores de riqueza (os jovens), a instituição da família – o vínculo intergeracional entre pais, avós e filhos – é sistematicamente enfraquecida. Os idosos, caso não tenham feito qualquer poupança para a sua própria velhice, já não mais precisam contar com a ajuda dos seus filhos; e os jovens (os quais, em geral, possuem menos riqueza acumulada) devem sustentar os velhos (os quais, normalmente, detêm mais riqueza acumulada) – em vez de as coisas serem o contrário (como é típico no seio das famílias). O desejo dos pais por filhos e o desejo dos filhos por pais diminuirão; aumentará o número de rompimentos familiares e de famílias disfuncionais; e a ação provedora – a poupança e a formação de capital – diminuirá ao mesmo tempo em que o consumo aumenta.

Em decorrência da prática de subsidiar os fingidores de doenças, os neuróticos, os descuidados (negligentes), os alcoólatras, os viciados em drogas, os infectados pela AIDS e os física e mentalmente “diferenciados” através de regulações na área de seguros e através de seguros compulsórios de saúde, haverá mais doenças, mais fingimentos, mais neuroticismo, mais descuido (negligência), mais alcoolismo, mais toxicodependência, mais infecção por AIDS e mais retardo físico e mental. 11 Com a prática de forçar as pessoas honestas (não criminosas), incluindo as vítimas de crimes, a custearem a prisão dos criminosos (em vez de obrigar os criminosos a compensarem as suas vítimas e a pagarem o custo total da sua própria apreensão e da sua própria prisão), aumentarão as taxas de crime. 12 Com a prática de forçar os empresários (os empregadores), através de  programas de “ação afirmativa” (“não discriminação”), a empregarem mais mulheres, mais homossexuais, negros ou mais membros de outras “minorias” além do número que eles gostariam de admitir em seus negócios, haverá mais minorias empregadas, menos empregadores e menos homens, heterossexuais e brancos empregados.
______________________________________________


As partes transcritas aqui demonstram apenas parte do problema, o livro ainda cita muitos mais exemplos, é bastante expositivo em vários pontos e demonstra que a democracia é a ferramenta essencial para a despotismo e ascensão de ditadores.

Tá, mas é aí? A anarquia é utopia, o que seria menos pior que a democracia? A monarquia.

Se ainda você não entendeu, o quanto a democracia é destrutiva desincentiva a criatividade e a evolução, volte acima, leia/releia o texto e veja/reveja os vídeos.

Sim esse post foi caça cliques.

Abraços!

domingo, 15 de outubro de 2017

As implicações de robôs sexuais em nossa sociedade

Trago a vocês um assunto polêmico, não pela parte masculina, mas sim para os movimentos feministas e “especialistas”. Decidi escrever esse post após meu feed do Facebook ser tido enxurrada de comentários de mulheres revoltadas com essa notícia.

Absurdo: homens destroem e estupram robô sexual em feira em Barcelona
Boneco estava em exposição e acabou sendo estuprado por vários homens que deixaram o robô em pedaços.

Não só saiu nesse confiadíssimo portal de notícias, como também no Tecmundo e outros sites de tecnologia. Nas postagens “originais”, o texto não era tão absurdo, já que era apenas mais um objeto em uma exposição de uma feira de tecnologia, onde os visitantes podiam tocar na boneca, mover suas articulações e etc. Mas por falha de projeto e fragilidade nos componentes a boneca não aguentou a manipulação e quebrou. O polêmico estupro só ocorreu em postagens posteriores de outros portais de notícias não ligados a tecnologia.

Então resolvi escrever esse texto, não pelo suposto estupro, mas pelo chororô, vitimismo, lógica non sequitur e sofismas, nos comentários dessas postagens, pois todo mundo já está de saco cheio disso.

Quais seriam as implicações de bonecas/robôs sexuais em nossa sociedade no aspecto social e econômico?
Gigolo Joe e Gigolo Jane em IA - Inteligência Artifical
Gigolôs em AI - Inteligência Artificial

Implicações econômicas

O homem solteiro gasta menos – Esse é um fato incontestável, nos só gastamos com supérfluos quando é obrigado. Os maiores gastos do homem estão sempre ligados com a filosofia do Píton. O homem só faz as coisas para pegar mulher. Sem uma companheira, o nosso desodorante seria leite de magnésia. Roupas só compraríamos quando as mesmas já estivessem gastas, tênis e sapatos dos mais baratos possíveis, apenas para proteger os pés e sendo apenas 2 pares para intercalar e não ter chulé. Cabelo sempre raspado a máquina, ou grande, mas amarrado para não dar trabalho, barba a mesma coisa. Tudo lavado com sabão de coco ou qualquer outro em barra genérico. As únicas preocupações reais com gastos seriam com a higiene e saúde. Poucos eletrodomésticos e itens de cozinha, cama, mesa e banho, só o essencial e mais nada. Os Hobbies masculinos tem custos ínfimos, pois sempre são bastante baratos como trilhas, acampamentos, corrida, ciclismo, natação, lutas e etc.

O faturamento de restaurantes, boates, raves, casas de tolerância ou qualquer outro tipo de negócio que usa a isca feminina como atração da carteira masculina teriam seus lucros completamente minguados.

Indústria do casamento – O homem sem a pressão de uma companheira que quer mostrar para seu círculo social que não ficou para a titia, não tem nem a dor de cabeça e nem os custos exorbitantes que um casamento e um futuro divórcio podem trazer. Não é regra, mas é comum as mulheres se transformarem ao ter o papel passado. O relacionamento deixa de ser entre dois indivíduos, para ter um 3º envolvido que neste caso é o estado, este muito mais poderoso, coercitivo e imoral do que um relacionamento poderia tornar.

O homem sem a exigências de um casamento, não tem o porquê de gastar milhares de Cunhas em uma festa que será dada para os outros. Não terá que gastar em uma viagem de núpcias, não terá que entrar em financiamento de uma casa (quem casa quer casa), não terá de gastar com carro, roupa, decoração e tudo o que sua amada exigir após a assinatura da venda de sua alma. Já que agora estão em uma etapa “mais séria” do relacionamento. Como nossa cultura e sociedade está cada vez mais destruída, se não conseguirem um cafofo mesmo que seja de aluguel no bairro onde estão todos os conhecidos e parentes, será jogado todo santo dia em sua cara o quanto é fracassado por não conseguir uma moradia um bairro bom, só que ela não percebe que nosso atual dinheiro vale 10x menos que os dos nossos pais e menos ainda que de nossos avós. E que o custo da festa + vestido + comes e bebes seria o suficiente para dar a entrada para abater nas 360 parcelas do minha casa minha dívida. “ahh mas o dinheiro é dos dois...” Sim o dinheiro dos 2 é para ela e o que sobra é pra casa, Jão que se vire pra conseguir pagar as contas, o feminismo tirou a mulher de casa, mas não tirou da carteira do homem.

Como as atuais mulheres são tóxicas é certeiro que o feliz casamento não durará muito. Então entra o estado na equação, com seus advogados, defensores públicos, varas, tribunais, juízes e os mais diferenciados funças, tudo para arbitrar parcialmente um contrato que deveria ser apenas entre indivíduos. Depenando o Jão e deixando com dividas até a 3ª geração dele (caso ainda tenha energias para passar seus genes para frente).

O homem sem a armadilha do casamento não financia festas, viagens de núpcias, advogados e qualquer outro tipo de funça (pelo menos não nessa esfera). O homem livre é impossível de ser extorquido.

Indústria Infantil – Por procurar menos sexo biológico com humanos do sexo feminino. Menos crianças irão ser geradas, criando uma crise e reformulação da indústria de brinquedos, filmes, desenhos, fraldas, pomadas, lenços umedecidos e etc.

Com menos dinheiro circulando, menos impostos serão arrecadados, menos poderoso e manipulador o estado será. Sem dinheiro sobrando, os primeiros a perder seus gordos financiamentos serão as áreas artísticas, ONGs e todas as agências paraestatais. Ou o estado e seus agentes deixarão a máscara humanista de lado e irão demonstrar seu real interesse na escravização da humanidade, apertando o cerco para sonegadores, aumentando penas e tomando todos os meios de produção para si.

Implicações sociais

Diferente do que “especialistas”, cientistas¹ e feministas dizem, o homem não objetificará a mulher. Muito pelo contrário, por ser menos refém de sua libido (o homem tem 10x mais testosterona que a mulher), pois o sexo está sendo suprido, o homem deixará de dar tanta importância a elas, passando as tratar como elas realmente são – irritantes, inconvenientes, conflitantes, semelhantes a eunucos - tirando suas vantagens sociais e sexual sobre coisas triviais, acabando com o ginocentrismo, conquistando finalmente o objetivo tão sonhado do feminismo que é o de ferrar com a vida da mulher tornando-a igual ao homem.

Prova disso é essa reportagem de um japonês casado que tem 2 filhos e mesmo assim tem sua boneca sexual.

Japoneses encontram o amor em bonecas de silicone
Japonês aproveitando a paisagem com boneca sexual
Japonês aproveitando a paisagem com boneca sexual

A esposa como qualquer outra mulher, depois dos filhos (fim sexual feminino) deixou de comparecer e perdeu espaço para a boneca, hoje se lamenta, pois se limita apenas o trabalho doméstico. Ela não foi objetificada, desrespeitada, estuprada ou rejeitada, mas somente ignorada. Um relacionamento é feito de concessões. O sexo para o homem é o fim, para a mulher é o meio (filhos são a finalidade). O “barato” do homem acaba logo, por isso ele sempre está à procura de mais, o da mulher (geralmente) se completa na geração e criação dos filhos, por isso é muito mais duradouro. Se não há mais sexo, o relacionamento esfria, por isso o homem vai à procura de outras que possam suprir sua necessidade básica nos prostíbulos, arranja amantes ou mesmo se masturba. É um direito natural biológico do homem ser polígamo (Esther Vilar, 1976). Uma boneca dessas não passa de um grande consolo masculino sexual ou até mesmo afetivo, por causa da toxidade feminina atual.

Pirâmide de Maslow

Por isso apesar dos “especialistas”² ainda acharem incomum, matérias serem criadas com tom de deboche (Bonecas sexuais realistas prometem te fazer esquecer das mulheres de carne e osso; será?), até mesmo rechaçar os proprietários dessas bonecas como uma afronta a sociedade atual e usar de tom alarmista para uso de inteligência artificial. Pesquisas já mostram que mais da metade das pessoas não considerariam traição fazer sexo com essas bonecas.

Metade dos americanos acredita que fazer sexo com robôs será comum em 2067

O que mais afeta socialmente é a diminuição do consumo, arrecadação de impostos, controle da sociedade através da constante problematização de problemas que não existem, ou se existem são inflados para justificar o financiamento de intelectuais, ONGs e etc. Pois sem o governo, a livre iniciativa das pessoas nunca que iriam financiar intelectuais que nada produzem ou traz algo de positivo para a sociedade. (Rothbard, 1968). O coletivismo e escravização geral da humanidade cairá por terra. O homem não será mais escravo da mulher e suas manipulações, estas que são primeiramente manipuladas pelas “grandes mentes” influenciadoras e movimentos culturais, primeiras vítimas de engenharia social. Como escrito acima, pela filosofia de Píton o homem só faz as coisas é para conquistar mulher, principalmente seu sexo, sem o fator sexo na jogada, terão que deixar de serem eternas crianças carentes de proteção (Esther Vilar, 1976), para se desenvolverem intelectualmente e tornarem finalmente independentes, tendo que gerar atração pela sua personalidade e inteligência e não apenas em um corpo bonito. O que se torna mais um problema para os estatistas, já que a mulher deixaria de ser dependente do estado, clamando por cada vez mais “direitos”, sendo independente, diferente do que ocorre hoje, onde nossas leis só trocaram a carteira e tutela do homem, pela carteira e tutela coletivista do estado.

Como o demonstrado acima, a preocupação dos cientistas, não passam de preocupações financeiras travestidas de questões sociais, pois como um advogado de causa própria, se não há problemas para criar, não há porque eles receberem por suas pesquisas nas áreas sociais com sua pseudociência e cientificismo. Tanto que ainda não se popularizou e já estão querendo criar leis para restringir a fabricação e comércio (fonte no final).

A fabricação e comercialização desses robôs é inevitável na evolução humana, tanto que os filmes futuristas como Blade Runner e AI – Inteligência artificial, já cantou a bola, mostrando replicantes e androids realizando serviços sexuais. Humanos não se aturam desde de sempre, o comércio nos tornou mais tolerante uns aos outros, restrições só nós deixam mais pobres, infelizes e revoltados. A restrição da liberdade individual e o desrespeito a propriedade privada é a maior causa de violência e guerras, basta fazer a relação do número de homicídios com o índice de liberdade dos países. Restringir até esfera sexual dos indivíduos proibindo o amor (mesmo que simulado) de uma Inteligência artificial chega ser desumano.

Os bordéis austríacos com esse tipo de bonecas, já são realidade e são preferência entre seus frequentadores.

Ser contra a robotização sexual, é ser contra a liberdade do homem. A libertação de sua libido e a pacificação da sociedade.

Claro que o assunto é muito mais amplo que esse texto, se fosse escrever sobre todos os aspectos e implicações, nunca que terminaria. Só a quantidade de referências já dão uma boa introdução para o entendimento do assunto. Tudo o que podemos dizer é que se tem estatista achando ruim é porque é bom.


E o preço? Ah está cada vez mais acessível, já está mais barato que o financiamento de uma moto.

Abraços e até o próximo fechamento!

__
¹Os usos sexuais de robôs que estão preocupando cientistas
²Estudo aponta riscos relacionados ao uso de “robôs sexuais”
O Sexo Polígamo - o Direito do Homem a Duas Mulheres – Vilar, Esther (1976)
A Anatomia do Estado - Rothbard, Murray (1968)

quarta-feira, 4 de maio de 2016

Drops: Desemprego, Nando Moura Vs Pirulla – Os Espones


Trabalhadores aceitam cargos mais baixos por falta de oferta no mercado


Em momento de crise, o que vale é voltar ao mercado de trabalho.
Vagas para recém-formados são preenchidas por profissionais experientes.

http://glo.bo/1O9OsBb

1º Caso - A Arquiteta

Não bastava ter um emprego inútil que é facilmente executado por um técnico em Autocad (cadista) perdeu seu emprego e resolveu mudar de vida, fazendo o que? Outra faculdade para conseguir outro emprego - minha nossa! Que mudança de vida!

A pérola vem agora, sabe qual o curso?

Engenharia Civil!

Outra profissão que é facilmente substituída por um Cadista e/ou mestre de obras (a mesma coisa que minha chefinha sequelada está cursando).

Não conseguiu emprego pagando nem próximo do que ganhava antes e resolveu aceitar uma vaga estagiária.

Provavelmente votou na Dilma e se realmente votou, tem mais que se fuder mesmo.

Duvido que ela tenha punho firme e consiga comandar uma equipe de piões de obra, quando ela for trabalhar em um canteiro que o pedreiro diplomado, ops.. O engenheiro Civil cansou de fingir trabalhar e vai repassar o serviço a ela.

Arquitetos não reconhecem os estudos de Isaac Newton sobre gravidade como verídicos, sendo assim, eles criam projetos flutuantes como prédios ou casas sem vigas ou pilares.

2º Caso - O Analista casado

O cara tem uma filha de 12 anos com problemas (problemas em dobro), é casado e no meio dessa crise sua mulher (nota 3) ainda resolveu engravidar. Hoje o cara tem dois bacuris pra alimentar, perdeu o emprego e não tem mais fonte de renda e diz que o dinheiro acabou.

Mas que merda hein? Mais outra história de uma cara que se casou e se fudeu. Agora imagine ele desempregado, sem esses chaveirinhos para ficar pendurados a ele.

Seu senso de urgência seria menor, mas pelo menos não iria criar uma ulcera pela preocupação de não dormir pensando o que por na mesa.

____
P.S. você está acordado já nessas horas? Sim amigo, preciso chegar cedo ao trabalho e só saio às 19:00 para chegar às 21 em casa todo santo dia. Oh emprego de bosta!
____


Nando Moura VS Pirulla.

Faz um tempo que ando analisando os vídeos dos dois. Quanto mais os analiso mais eu percebo o quanto eles são os lados opostos da mesma moeda.

Conservadores e esquerdistas, alternando o poder durante toda a história da humanidade

Não consigo entender essa idolatria da macacada brasileira. Escutam seus argumentos como se fossem a verdade absoluta. Xingam, brigam e são capazes de matar em nome de alguém que não sabe nem mesmo que eles existem. Tudo para gerar algum tipo de identificação com algum tipo de ideologia, grupo e etc.

Na desciclopédia tem ótimos artigos sobre os dois. Nesse drops só vou enumerar outras coisas que acabei percebendo de similaridades (além das físicas) entre os dois.

O Ateu, isentão – Seu formato é ser o betão amigo de todo mundo. Na verdade ele é só mais um playboy fracassado (estudou no Mackenzie) e se tornou mais um para compor a massa do estereótipo dos filhinhos de papai que odeiam o capital.

Dotô em zoologia, vive da extorsão dos trabalhadores (bolsa da FAPESP [impostos]), seu trabalho é só criar pesquisas e teses prolixo e que se fosse tentar vender seu trabalho, ninguém daria valor, por consequência ninguém compraria, por isso irá viver do estado pelo resto de sua vida e irá defender a intromissão dele na vida privada de todos a todo custo, mesmo que sua lógica, dados, pesquisas e estatísticas sejam fraudadas, distorcidas ou simplesmente refutadas a muito tempo.

Sua fonte de renda principal é o Youtoba, por isso cria vários vídeos falando do mesmo tema nunca tendo uma conclusão definitiva, para render eternamente algumas doletas, em uma punhetação mental tão chata quanto as novelas da globo, alias, é daí que ele tira a inspiração para a duração de seus vídeos.

O religioso conservador, roqueiro – Se diz músico, mão de alface, mas tem a consciência de seu fracasso, por isso diz que queimou o diploma (um pedaço de papel não quer dizer muita coisa mesmo).
Usa do Youtube como um meio de comunicação para divulgação de bandas de seus amigos, reviews patrocinados de jogos de tabuleiros e filmes. Diz que não bota o adsense porque não precisa, pois é apenas um professor de musica e ganha a vida só com isso (sei...).

O conteúdo para ele não importa, mas sim o formato.

A RAIVA.

Raiva vende por isso não precisa ter conteúdo nenhum.
Seu maior passatempo é fazer a mulher de empregada enquanto ele passa o dia no computador procurando quem ele poderá fazer uma imitação tosca que é igual a todas as outras.
Sua missão é conseguir mais visualizações no SeuTubo e seu ídolo máximo é o Astrólavo de Carvalhogo. Mexeu com o véio mexeu com ele.

Similaridades: Os dois defendem a intromissão do estado, o agigantismo dele, mesmo na merda que estamos. Um pede mais financiamento para a ciência em geral (e suas pesquisas), controle sobre medicamentos e maior fiscalização de tudo, faz militância ateísta e só muda sua opinião quando a água bate na bunda, mas mesmo assim irá tentar faz explicações que se encaixe em defesa do estado.

O outro já defende a diminuição do estado, o empreendedorismo e etc. mesmo que todas as suas atitudes só mostrem ao contrário.
Seu melhor vídeo é um onde ele coloca a gravação do Carlos Bolsonaro defendendo a liberdade do uso sem limites da internet residencial, fazendo o quê? Colocando na constituição como mais um direito, ou seja, fazendo mais uma lei e consequentemente aumentando o estado (durh durh liberdade, virar direito durh)

Ahh Acredite se quiser o símio esquerdista defendeu o Jeanus willys quando cuspiu em outro parasita na votação do impeachment. Enquanto o Direitista já fez até um papo de amigos com Bostonaro na própria casa.

Diferenças: Um defende o aumento do estado na intromissão e controle da vida de todos pelo meio da violência e divisão de bens tomados de alguém produtivo para todos (trabalhadores e preguiçosos) coercitivamente em busca do bem estar social [de apenas alguns e seus amigos] (esquerdismo)

O outro defende o aumento do estado na intromissão e controle da vida de todos (até seu brioco) pelo meio da violência contra os esquerdistas na criação e acesso de bens de consumo de todos de acordo com que a Lei diz (estado) para o bem estar social [de apenas alguns e seus amigos] (conservadorismo).
Seu lema é o seguinte: Você pode fazer tudo o que quiser desde que seja do jeito que eu quero.
___
Resolvi escrever esse post, pelo meu cansaço da falta de conteúdo dos dois. Minha paciência acabou quando Leonardo Mourão resolveu se aprofundar e tentar escarnecer o Anarcocaptalismo e o liberalismo, mesmo sem entender porra nenhuma de economia simples ou convivência em sociedade (coisa que ele parece carecer).

Ou seja, os dois se dizem diferentes, mas em no seu cerne acaba defendendo mesma coisa!

Eu sei que a ideia de viver sem um estado, comendo seu rabo todo dia e se intrometendo em coisas que não devia é algo inimaginável, mas o que será que as pessoas que viviam na época da escravidão do Brasil pensavam?

- Trabalhadores livres? Isso nunca vai funcionar! Sem escravos quem irá trabalhar nos engenhos!

E hoje estamos aqui como trabalhadores “livres”.

Eu sei que a concepção de uma anarquia capitalista universal é utópica, mas em pequenas regiões isso já existe. Veja essa reportagem.


Agricultores pagam ajuda que recebem com serviço

É a alternativa de quem não tem condições para contratar mão de obra.
Veja também receita de pinhão.

http://glo.bo/1Upu59L

Um esquerdista pode ver isso e achar: Viu! como o socialismo é lindo, não existe patrão/empresários, são todos ajudando todos, nem precisam de dinheiro!

WRONG!!!!

Para a raiva dos esquermerdas, podemos dizer que aí há uma organização de microempresários, suprindo a necessidades de interessados, pela a troca de uma capital de valor comum. Nesse caso a moeda de troca é o DIA. Todos estão ali para somar e não parasitar nos resultados dos trabalhos dos outros!

Aí eu pergunto para os conservadores. Você consegue ver a importância de um estado em qualquer uma das atividades ali envolvidas? Se sim quais?

Eu não vi um engravatado sequer cozinhando um pinhão ou descascando um milho.

Não há espaço algum para um estado se intrometer ali, se eliminássemos o fato dele tomar parte da produção deles como forma de imposto sobre o óleo das máquinas e outros insumos, não teríamos um único tentáculo dele se intrometendo.

Ahhh, mas e a caridade? Você NÃO VIU até o final a reportagem né?

Em um mundo de trocas voluntárias não precisamos de estado para nada! Porque terceirizar a caridade através algumas pessoas que defende algo não racional, imoral e anti-humano que saí muito mais caro do que se pudesse ser feito diretamente?

Ahhh, mas em nível mundial, seria impossível!! Sim, concordo.

Nessa eu concordo em parte com o palhaço criado pelos os odiadores da liberdade, mas não no argumento que o ser humano é mal por natureza, mas sim que precisam que alguma liderança para transferir suas responsabilidades e sentirem segurança no que fazem, como se o estado fosse a representação de um pai para essas pessoas.

O problema dos Ancaps é achar que todo mundo  tão é inteligente igual a eles (há pouca humildade aí).

Temos que partir do principio que nem todos são inteligentes e desconhecem o mínimo do funcionamento da economia, por isso os intelectualmente melhores sempre irão liderar os piores. É algo natural de todos os animais que vivem em bandos. Sempre haverá um alfa para vários betas.

Então a solução já não seria o anarcocapitalismo pleno, mas sim uma minarquia ou qualquer outra forma mínima de governo podendo ser fracionada até o próprio indivíduo (penso logo existo, se existo eu sou dono de mim mesmo).

Bastaria existir um programa com um código imutável de representação de um governo. Outros poderia criar os seus próprios, assim como acontecem com as criptomoedas e autoproclamarem autossuficientes como país. Funcionaria perfeitamente, assim como as moedas digitais funcionam atualmente.

O seu funcionamento só dependeria da aceitação do público. Não como funciona atualmente, imposto como um contrato social que você é obrigado a cumprir só porque nasceu em pedaço de terra imaginariamente demarcado por um espone e que se você quiser revogar esse contrato não poderá.

Quanto ao Cheirando Rola e o Piru lá, o que eles são na verdade?

Espones – Especialistas em porra nenhuma!


Eu sou o YouTube, alimente-me com tretas!

sexta-feira, 12 de fevereiro de 2016

Como o governo te joga na pobreza.

O intuito deste post é se uma continuação do meu ultimo artigo, as vantagens de ser favelado, nele eu mostrei como a criação de uma favela que não se dá pela marginalização dos que ali moram por pura e simples segregação social, mas sim fomentado pelos próprios governantes a fim de manter um ecossistema populacional próprio de fácil manobra e controle.

Mas o que isso tem a ver comigo?
Em uma economia com uma liberdade econômica plena teríamos uma distribuição de renda -+ parecida com a da figura abaixo.


Fonte: mises.org.br/EbookChapter.aspx?id=437

Note que ainda sim existem pobres e ricos, pois diferente do que diz o pessoal retardado progressista liberal, não somos todos iguais. Pessoas têm desejos diferentes, prioridades diferentes por isso têm riquezas diferentes. E mesmo que pegássemos toda a riqueza do mundo e dividisse igualmente, logo depois surgiriam pobres e ricos novamente, por causa de suas prioridades diferentes, algumas esbanjariam e gastariam tudo que recebessem, outras preservariam seu patrimônio e outras ficariam ricas vendendo a solução das necessidades dos esbanjadores, formando novamente uma curva de Gauss.

Os governantes com mais sede de poder, deixam de apenas ser um ser de arbitragem, ficando fora do mercado com isso tendo um estado neutro, para querer fazer parte dele como um agente do mercado, oferecendo saúde educação lazer e etc. Usando o pagamento de impostos de todos para suprir a necessidade de alguns. Como não visam o lucro, consequentemente não há a necessidade de melhoria desses serviços.

Agradecendo o ladrão (o estado) que devolve às suas vitimas uma pequena parte do que lhes foi roubado, dessa maneira os súditos começam a ver no tirano uma espécie de benfeitor - Étienne de la Boétie

Como esses serviços inicialmente só atendem os mais necessitados, pois estes não podem pagar por um serviço melhor, a grande maioria (com renda média baixa para cima) continua com seus planos privados de saúde, clubes privados, creches escolas particulares e etc.

Então o que o governo faz para poder se tornar um agente ainda mais importante na vida das pessoas? Ele melhora seus serviços? Não! Ele cria leis para que dificultar a vida dos players do mercado assim eliminando a concorrência que não se adapte as “necessidades do povo” através das leis.

2) O setor privado sofre uma concorrência desleal por parte do estado. O estado é capaz de assegurar para si o mercado "mais interessante", a classe media-baixa, porque estas pessoas, uma vez subtraída a parte do fisco dos seus recursos, não possuem mais condições de buscar um serviço melhor (ou diferenciado) no setor privado. Devem se contentar com o estado que de fato se torna monopolista nesta faixa de mercado. Fonte: Estado? Não obrigado!

Assim deixando produtos e serviços mais caros com a consequência de menor liberdade individual de escolha por toda a população e puxando para seus serviços agora aquela parcela que não pode pagar por um serviço/produto privado de maior qualidade.
Exemplos: Escola, eletricidade, gás, água, esgoto e impostos e ensino superior e etc.

Não satisfeito ainda em ter em posse a população pobre e de média baixa renda, através de leis, dificultam ainda mais o mercado, tornando-o favorável apenas para seus amigos criando oligopólios, encarecendo tudo através da impressão de dinheiro para cobrir suas dívidas criadas pelos dos programas sociais, criando cada vez mais inflação, assim fazendo com que agora a aquela parcela que ainda resistia em consumir produtos privados passe a consumir os produtos estatais, pois estes já estão pagos por eles próprios, qual seria o sentido de pagar por algo duas vezes?

Com o encarecimento de tudo, o que acontece com a população, aquela que era em sua maior parte tinha uma renda média? Começam a se tornarem pobres e mais dependentes do governo. Por isso a favelização é algo tão importante para os governantes e a mídia (estes financiados por eles [através da extorsão sofrida por nós]), pois deixa cada vez mais a população dependente das migalhas dadas pelo governo e como na síndrome de Estocolmo a vitima começa a ter simpatia pelo seu agressor.

“Agora o pobre pode viajar de avião.
Agora o pobre pode cursar faculdade.”

Assim em vez de combatê-la irá defendê-la com unhas e dentes, vide a Alemanha nazista e a união socialista soviética, com investimentos pesados no incentivo à cultura e propaganda, conseguiram fazer com que seu povo cegasse, os idolatrasse como deuses e quem tivesse opiniões, ideias e se expressasse contra o governo, seria denunciado e mandado para fuzilamento ou para os campos de concentração.


A propaganda é capaz de fazer todos a sua volta amar o próprio demônio


E o que acontece com as pessoas de renda média alta e ricos?
Os que insistem em ficar em solo nacional, acabam tendo suas rendas liquefeitas através de leis de destruição de grandes fortunas decaindo pras as classes pobre e média, formando assim parte da tão desejada sociedade igualitária.
Os que conhecem a verdadeira história (não a contada pelo MEC) e economia, ao menor sinal de risco começam a sair do país antes que o governo inicie a desvalorizar a moeda local frente a outras, dificulta a emigração e começa a taxar com mais vigor as grandes fortunas. Sobrando assim no país apenas duas castas, os que trabalham no governo e os que trabalham para o governo.

Te garanto que em pouco tempo o Brasil não ficará muito diferente disso.
Adaptado de : mises.org.br/EbookChapter.aspx?id=437

Todos serão iguais, mas uns serão mais iguais que os outros, esses serão os que estarão no comando trabalhando no governo e por consequência ricos, os menos iguais serão os que trabalharão para o governo, por isso pobres e de média baixa e grande maioria. Nem os que encontram o funcionalismo público como uma melhora de vida escapará, pois esse é apenas um encarregado de manter o gado dentro do curral por isso sua ração é um pouco melhor que a da grande massa, mas nunca chegará perto aos dos governantes.

Por isso a luta não é homens vs mulheres, heteros vs homossexuais, brancos vs negros, ricos vs pobres, é o governo+sociedade contra você!

Você acordou, procurou instrução e trabalha para que sua vida melhore, eles não! Apenas esperam que os outros supram suas necessidades mesmo que esses outros também queiram o mesmo com todos produzindo nada.

Por isso lutar contra a corrente é apenas um gasto extraordinário de energia vital sem retorno financeiro, intelectual e espiritual.

Mas de quem é a culpa de você está situação atual?
Simples, de seus antepassados (pais, avôs, tataravôs e etc.) que não souberam fazer boas escolhas em suas vidas, perpetuaram a pobreza e coloca a esperança de melhora de vida em seus descendentes como você!

Quantas vezes você não ouviu ou tem na sua própria família histórias de que as pessoas tinham vários filhos para ajudar na casa, pensando que quanto mais filhos mais riqueza poderia gerar? Quando na verdade só estavam a dividir a pobreza, trazendo mais ignorância e problemas ao mundo, perpetuando esse ciclo infinito e destruindo a qualidade de vida da sociedade como um todo.

Mas o que você pode fazer para sair desse sistema atual que foi imposto a você?
Simples, aproveite todo esse ecossistema criado por eles, junte riqueza, não pague a extorsão que eles chamam de impostos e riem da sua cara dizendo que você é um contribuinte, crie patrimônio e vá para outro país com maior liberdade econômica e individual, faça como os ricos!

É uma opção egoísta? É sim, mas você não escolheu essa vida, você sozinho não será capaz de mudar a mentalidade da sociedade e seus pais foram muito mais egoístas ao te botar no mundo sem condições, eles te fizeram não querendo saber o quanto você poderia sofrer no futuro como forma de garantir sua aposentadoria, ainda tem alguma consideração por eles? Saia desse pedaço de terra podre que chama de país e faça a verdadeira riqueza lá fora! É mais fácil você cuidar deles na velhice rico do que dividir a pobreza com eles.

Então saia desse computador e vá à luta!


Best regards.

sábado, 14 de novembro de 2015

Porque fiz Administração e me arrependi - Parte 5

Para ler a primeira parte clique aqui.
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Na empresa sou designado à área financeira, enquanto meus colegas vão para outros contratos. Como o chefe do setor está fazendo um curso para entrar na marinha mercante, raramente aparece no local. Quando ele decide ir ao trabalho me joga um monte de serviço mesmo sem entender nada sobre o que se tratavam aqueles documentos, ajudo no que posso meus colegas, enrolo o que ele me passou até sua volta, não vou fazer algo que envolve dinheiro sem ter entendimento e sem ganhar a mais para isso. Passo apenas duas semanas e vou para um contrato tirar as férias de uma administrativa.

Como sempre o encarregado e eu ficamos responsáveis pela obra, já que o engenheiro responsável nunca trabalha, o arquiteto da obra só chegava atrasado e o técnico de edificações chegava na hora do almoço e saia as 16:00, a administrativa estava acostumada a fazer o mesmo.

Os funças responsáveis do contrato não estavam nem aí também, tinha uma bizarra me querendo, mas não queria nada com a chimpa ruiva. Sempre toda semana tinha alguém fazendo aniversário e sempre tinha festa. Achavam que a vida é ótima, sempre otimistas.

Graças a algumas conversas com o arquiteto consegui melhorar um pouco a depressão. Ele já tinha experiência com empreendedorismo e conquistados mulheres lindas para o padrão dele, sempre vinha com uma revista GQ que eu dava uma lida. Me contou que um dia seu irmão estava chorando por uma mulher, sabe o que ele fez? Deu um tapão na cara dele, disse para engolir o choro e seguir em frente. Todo homem deve fazer isso!

Como o trabalho era pouco. Foi nessa época que comecei a conhecer melhor os PUAs. Pois ainda achava que ter uma namorada me alegraria. Lembrei-me das atuações que um chimpa fazia no 2º grau que eu imitava, tinha um baixo retorno, mas funcionava. Cai na real quando comecei a ler uma das indicações no próprio fórum deles de como entender a mente das mulheres, eu vi os vídeos dos bootcamps e uma foto do seu ídolo empurrando um carrinho de bebê. Pensei comigo mesmo, caramba o fracasso é tão evidente que mesmo fingindo ser o conquistador, as mulheres tratam esses caras como um simples objeto de ostentação. O cara que dizem ser O pegador se vestia igual a um palhaço, se ferrou na vida e agora é o cachorrinho da mulher, até passear com a filha ele tem que fazer, não é possível um negócio desses. Por isso cobram tão caro e escondem o material o máximo possível, grande parte dele é puro lixo!

"Que bela aquisição ídolo!"

Então fui ler as opiniões contrárias as do pensamento do Nessahan Alita. Acabei encontrando o blog da Orca Aronovish, até aquele momento eu achava que o movimento feminista procurava igualdade, (graças a doutrinação que sempre ocorreu no meio acadêmico), então descobri do que realmente se tratava o femimiminismo e conheci o movimento da real e suas tretas.

Obrigado feministas por mostrarem o que o seu movimento realmente representa!

Graças a esse contrato pude me desenvolver intelectualmente, pois utilizava o tempo que não tinha nada para fazer para ler vários artigo e livros, nesse tempo me tornei liberal clássico. Só existia muito trabalho no final do mês com o fechamento dos relatórios. Queriam que eu ficasse depois do horário, mas quem disse que eu ficava? Eu era o único que chegava todo dia pontualmente e minha melhor desculpa era que tinha que ir a faculdade, por trabalhar em local insalubre ganhava um adicional e conseguia guardar um troco.

7º Semestre:

Agora só tínhamos dois dias de aula. Sim dois dias! Grande parte de matéria virou online!

Gestão social e ambiental - Como fazer marketing em cima do politicamente correto nas áreas sociais e ambientais. Matéria inteiramente online.

Simulação de negócios - Putz! De novo? Esse negócio não acaba nunca? Mais uma vez online!

Logística - A continuação de gestão de materiais/estoque, agora focado nos custos dos transportes. A avaliação foi uma apresentação do estudo de caso de uma empresa pesquisada e uma prova.

Administração de produção - O professor no primeiro dia já foi dizendo que poucas pessoas passavam na matéria dele.

A matéria era uma extensão de marketing da área do desenvolvimento do produto com a gestão de tempos dos processos, ligados a logística.

Já estava de saco tão cheio que não copiava nada e ficava a aula inteira no celular. Um dia o professor perguntou se eu era assim mesmo, os outros bonobos responderam que sim e não precisava fazer isso porque era um gênio.

Caramba como assim sou gênio? É a mesma matéria de outros semestres só que aprofundada! Gabaritei a última prova sem nem ter tocado em uma página dos materiais dele, ainda tinha gente colando!

TCC - Escolher um tema "ensinado" na grade e decorrer sobre ele. O trabalho consiste em copiar o mesmo assunto de vários autores diferentes, mudar as palavras botar suas respectivas referências e escrever dentro das normas da ABNT.

Foi feito a três mãos. Sim! Três cabeças para fazer um TCC! Deixei um colega puxador de saco arranjar um tema que agradasse os orientadores, a Paty que me jogou na friendzone ficou responsável por revisar o português (nisso ela é muito boa) e eu fazia a revisão das referências bibliográficas, procurava os possíveis plágios e botava tudo na norma. A matéria foi semipresencial.

Estágio Supervisionado - O nome não se relaciona com o que é realmente a matéria. Na verdade teríamos que criar um plano de negócios de uma empresa fictícia, a primeira matéria que realmente tive dificuldade, pois além dos conhecimentos prévios adquiridos, precisaríamos realizar várias pesquisas do setor. Peguei um trabalho que já tinha feito de marketing e o reaproveitei.

O livro que nos guiava era péssimo, o material relacionado do SEBRAE era pior ainda, por ser online dificultava mais ainda ter algum contato com o orientador.

A regra era de ser feita em um grupo de quatro. Uma garota resolveu sair depois de tanto cobrar o material relativo a parte dela, foi ótimo pois ai eu tinha mais liberdade de fazer do jeito que eu queria. A formação ficou igual ao do grupo de TCC, eu, a Paty e o puxa saco. Deixei-o focado no TCC enquanto eu focava no plano de negócios. Como eu já tinha voltado para a sede da empresa utilizava meu tempo ocioso para fazer o rascunho do trabalho e de noite aproveitava o tempo livre para ir à biblioteca encontrar com a Paty e fazer a revisão do português.

A gente descobriu que a uniesquina guardava os trabalhos dos alunos de outros semestres para consulta. Pegamos um que era do mesmo setor produtivo, quando começamos a ler não acreditamos que seria possível um trabalho daquele tipo ter sido aprovado, encadernado e exposto para consulta. Até eu que sou semianalfabeto fiquei surpreso com a quantidade de erros de português a cada página virada. No final do semestre a gente terminou a primeira parte e batendo 70 paginas de puro besteirol.

Ter Cecê (Tum Dum Tss)
 
8º Semestre

No final do 7º período eu fui designado para tirar férias em outro contrato, como já de costume, o engenheiro nunca trabalhava, só aparecia para assinar a folha de ponto, eu fico responsável pelo faturamento do contrato, cobrança dos direitos dos funcionários com a sede, compras de materiais e etc. O encarregado ficava responsável de mandar nos peões e tomar esporro da funça sapatão que queria tudo para mesma hora.

O contrato só dava prejuízo à empresa (dane-se) e para minha saúde, nem insalubridade ganhava mais, fiquei tão perturbado que estava decidido arranjar outro, só continuei porque o encarregado falou: fica pelo menos até acabar sua faculdade.

Terminou o contrato voltei para a sede, agora o setor financeiro tinha um chefe posto a força enquanto eu estava passeando pelos contratos, ele teve que aprender tudo sozinho, como era parente do dono já tinha recebido um agrado para isso.

Recebo uma ligação de uma empresa que me cadastrei no 1º período oferecendo estágio, pagava melhor do que emprego, mas não pude pegar porque o limite era o 6º período. Que vida!

Agora tínhamos somente um dia de aula por semana!

Administração de produção - Continuação da matéria com o mesmo nome do semestre anterior, nenhuma novidade. Não lembro se a aula era lecionada pelo mesmo professor. A matéria era só mais enrolação, passava metade do tempo conversando com os outros bonobos na cantina.

Simulação de Negócios - AHHH!!!!!

TCC continuação - Agora para economizar tempo e trabalho a uniesquina pede para os grupos se juntarem e escolherem o trabalho que iriam entregar.

Escolhemos o trabalho que eu estava fazendo com a Paty e o puxa saco, o grupo ficou desta vez com seis cabeças! O objetivo agora era pegar o trabalho do semestre anterior resumi-lo para no máximo 20 páginas, contando com a capa e contracapa e realizar uma pesquisa de como aquele assunto estava sendo aplicando dentro de duas empresas. Assim como os outros bonobos inventamos grande parte da pesquisa, ninguém iria ter o trabalho de conferir para saber se os dados eram realmente sólidos (por isso não acredite em estudos absurdos, ainda mais esquerdistas).

A matéria foi toda online, não existiu apresentação, o trabalho foi impresso e entregue em CD.

Um tempo depois passei uma cópia para um ex-colega de trabalho, eu reli e vi quantos erros de português tinha naquele trabalho. Espero que não tenha sido publicado.

Estágio Supervisionado continuação - Aconteceu a mesma coisa com TCC, juntaram os grupos e era tanta gente que nem lembro a quantidade certa, a vadia que tinha debandado na primeira parte estava de volta. Utilizamos do meu trabalho, pois era o que estava com a melhor construção.

O que dava mais trabalho era ficar cobrando as partes das bonobas, só tinha eu como líder e o puxa saco de homem no grupo. Fiquei com as partes mais difíceis, pois saberia que as bonobas não teriam a capacidade de fazer, o trabalho delas estava um lixo, o prazo estava acabando e o material que elas me enviavam não só servia para limpar a bunda, praticamente refiz suas partes, para piorar o trabalho que a gente estava usando como base, os balanços não batia, o fluxo de caixa estava errado e na hora de fazer os índices ainda tive que lidar com conflitos de autores.

O trabalho final ficou com mais de 130 páginas, não houve apresentação e nem entrega em CD, o professor só pegou o trabalho impresso e deu 10 praticamente para todo mundo.

Viva aos novos formandos!

Tentei resumir ao máximo possível, a minha experiência profissional, pois não poderia deixa-la de fora já que será necessária para o entendimento da explicação.

No próximo post eu vou irei fazer as considerações finais, com minha opinião do que achei do curso, dados que comprovam a mediocridade do mesmo e porque aconselho ficar longe dele.

Para ler o último capitulo clique aqui.

Você não vai ficar rico tentando ficar rico

Começando com esse título chamativo venho aqui trazer o óbvio. Você não vai ficar rico(a) tentando ficar rico(a)! Se você quer deixar de ser...